Quem é a Joana ?
Quando o meu pai morreu, senti que deixei de respirar.
Durante anos, vivi a funcionar. A aguentar. Sempre em “modo fazer” para não sentir.
Mas o luto vivia no corpo sem ser integrado.
O corpo queixava-se: ombros pesados, coração apertado, ansiedade alta, tensão constante.
Sinais que eu ignorei durante muito tempo…
O DESPERTAR
Quando comecei a trabalhar como enfermeira em cuidados paliativos, percebi que não tinha ferramentas para lidar com o sofrimento — o meu e o dos outros.
A exaustão emocional levou-me a desconectar ainda mais do meu corpo para aguentar.
Mas o corpo guarda tudo o que não permitimos sentir.
Em 2021, fui mãe.
O modo dissociativo em que vivia quebrou.
De repente, já não fazia sentido “aguentar”.
Não me sentia eu.
Não sabia quem era esta nova Joana.
Estava exausta.
Assoberbada.
Em privação de sono.
Sem tempo, sem clareza, sem espaço para sentir.
E uma tristeza e raiva que não sabia de onde vinham nem como acolher.
Comecei a fazer terapia, mas sentia que não era suficiente. Porque o meu corpo continuava em alerta.
O CORPO COMO GUIA
Foi aí que comecei a escutar o meu corpo.
Sem julgamentos. Sem pressa.
A regular emoções através de:
- yoga restaurativo
- meditação guiada
- journaling corporal
- mandalas
- sound healing
Até que um dia… Senti que voltei a respirar.
E AI NASCEU O MÉTODO R.E.S.P.Y.R.A.
O Método R.E.S.P.Y.R.A. nasceu da minha própria travessia:
dos lutos invisíveis à presença,
do autoabandono ao autocuidado real,
do “modo sobrevivência” à vida com presença.
Hoje acompanho mulheres em transição que sentem que sobreviver já não chega.
Não é sobre seres a tua melhor versão.
É criares espaço interior para te escutares de verdade e sentires-te segura no teu corpo para escolheres estar em ti.
E tu? Estás a respirar... ou só a aguentar sobreviver funcionar existir cumprir adiar-te ?
Caminhamos Juntas?
Talvez te tenhas reconhecido em partes da minha história.
Talvez também estejas cansada de sobreviver.
Eu não posso fazer a travessia por ti.
Mas posso caminhar contigo.
Quem é a Joana ?
Quando o meu pai morreu, senti que deixei de respirar.
Durante anos, vivi a funcionar. A aguentar. Sempre em “modo fazer” para não sentir.
Mas o luto vivia no corpo sem ser integrado.
O corpo queixava-se: ombros pesados, coração apertado, ansiedade alta, tensão constante.
Sinais que eu ignorei durante muito tempo…
O Despertar
Quando comecei a trabalhar como enfermeira em cuidados paliativos, percebi que não tinha ferramentas para lidar com o sofrimento — o meu e o dos outros.
A exaustão emocional levou-me a desconectar ainda mais do meu corpo para aguentar.
Mas o corpo guarda tudo o que não permitimos sentir.
Em 2021, fui mãe.
O modo dissociativo em que vivia quebrou.
De repente, já não fazia sentido “aguentar”.
Não me sentia eu.
Não sabia quem era esta nova Joana.
Estava exausta.
Assoberbada.
Em privação de sono.
Sem tempo, sem clareza, sem espaço para sentir.
E uma tristeza e raiva que não sabia de onde vinham nem como acolher.
Comecei a fazer terapia, mas sentia que não era suficiente. Porque o meu corpo continuava em alerta.
O Corpo como Guia
Foi aí que comecei a escutar o meu corpo.
Sem julgamentos. Sem pressa.
A regular emoções através de:
- yoga restaurativo
- meditação guiada
- journaling corporal
- mandalas
- sound healing
Até que um dia… Senti que voltei a respirar.
E ai nasceu o MÉTODO R.E.S.P.Y.R.A.
O Método R.E.S.P.Y.R.A. nasceu da minha própria travessia:
Dos lutos invisíveis à presença,
do autoabandono ao autocuidado real, do “modo sobrevivência” à vida com presença.
Hoje acompanho mulheres em transição que sentem que sobreviver já não chega.
Não é sobre seres a tua melhor versão.
É criares espaço interior para te escutares de verdade e sentires-te segura no teu corpo para escolheres estar em ti.
